Passo grande parte dos meus dias a ouvir musica. Escolho geralmente um posto de rádio e permito aos locutores que escolham as musicas que vão marcar o meu dia. O post que estou a escrever foi inspirado por uma musica. Permitam-me a confidencialidade da musica...
Há aproximadamente 2 dias, acordei e já eram 16 horas. Nestes dias de inverno anoitece lá para as 17 pelo que tive portanto cerca de uma hora de Sol. Porém, foi também a alguns dias atrás, não consigo situar com exactidão, que o Sol recomeçou, assim devagar, mesmo muito devagarinho, porque estas alterações querem-se com muita calma, a iluminar o meu dia.
Não quero gritar vitória para já, primeiro porque não sei se aprendi o suficiente com os erros do passado para conseguir ganhar o quer que seja, e depois porque ainda estou muito longe de ganhar o que que seja. Apenas sei que estou na batalha...
Veremos no que dá e apenas há uma maneira de ver... Vejamos então...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Eixo
Olho ao espelho e vejo a imagem daquilo que sou. Não, é mais profundo que isso... Não dizem que os olhos são o espelho da alma? Pois bem, ao olhar para o espelho vejo-me como sou por fora, mas também por dentro. Vejo um pequeno ser amarrado a um tronco a lutar com todas as suas forças para se libertar. Vejo-me a mim próprio, mas do ponto de vista do confortável lugar de espectador. Neste momento, aquele pequeno ser não sou eu. Eu não me tenho de preocupar com o seu sofrimento. É como se pudesse carregar no botão e apagasse a imagem para sempre.
Já disse várias vezes neste blog que não vivo em sintonia com aquilo que gostava de viver. Esta pessoa não é a pessoa que eu quero ser, mas sou obrigado a viver com ela e hoje não é o momento dramático em que vou contestar esse meu triste fado.
Acredito, e acredito mesmo, que nada é eterno! Erro meu... A morte eterna será... Há momentos altos e baixos. Nunca estarei mal por muito tempo, da mesma forma que o sorriso de uma piada acabada de contar, por muito boa que seja e por muito que me faça rir quando a recordar, vai-se desvanecer suavemente.
Pergunto-me portanto, quando é que eu vou mudar, ou de personalidade ou de objectivos?
Já disse várias vezes neste blog que não vivo em sintonia com aquilo que gostava de viver. Esta pessoa não é a pessoa que eu quero ser, mas sou obrigado a viver com ela e hoje não é o momento dramático em que vou contestar esse meu triste fado.
Acredito, e acredito mesmo, que nada é eterno! Erro meu... A morte eterna será... Há momentos altos e baixos. Nunca estarei mal por muito tempo, da mesma forma que o sorriso de uma piada acabada de contar, por muito boa que seja e por muito que me faça rir quando a recordar, vai-se desvanecer suavemente.
Pergunto-me portanto, quando é que eu vou mudar, ou de personalidade ou de objectivos?
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